Imobiliária de locação
de 40 a 500 imóveis administradosPerde proprietário e inquilino para quem oferece a jornada digital; o back-office ainda é manual. Compra a jornada inteira com a própria marca e a cobrança automática.
plataforma imobiliária white-label · locação
Busca, visita, proposta, contrato, garantia e cobrança numa jornada só — com a garantia no contrato e sem construir tecnologia. O inquilino vê a sua marca. Nunca a nossa.
No primeiro bimestre de 2026 as imobiliárias brasileiras atenderam 18,6% mais interessados — e fecharam 10,2% menos contratos de locação. Não falta procura. O que se perde é no meio do caminho.
Quem passou por uma plataforma digital chega à sua imobiliária esperando cinco coisas. Cada uma que falta é um lugar por onde o interessado escapa.
caução, fiança, seguro-fiança ou cessão de quotas — uma por contrato, como manda a lei.
escolhendo um horário livre, sem ligação e sem espera.
gerado no aceite da proposta, assinado eletronicamente.
pelo app — ou autorizando o Pix Automático uma vez, com o repasse ao proprietário saindo do outro lado.
a da imobiliária. Quem entrega a experiência fica com o cliente.
Não é a tecnologia que se perde primeiro. É a carteira.
Atendimentos e fechamentos: levantamento da CUPOLA sobre dados do Dashimob, 1º bimestre de 2026, publicado pelo Imobi Report.
Perde proprietário e inquilino para quem oferece a jornada digital; o back-office ainda é manual. Compra a jornada inteira com a própria marca e a cobrança automática.
Não tem processo nem tecnologia própria. Compra uma plataforma pronta com a própria marca, sem projeto de software.
Aluga o estoque de forma improvisada. Compra vitrine, locação digital e painel financeiro do estoque.
Cada contrato custa horas de operação. Compra a automação de contrato, cobrança e repasse.
O comprador é quem dirige a imobiliária, não quem cuida da TI. A conversa é sobre vacância, inadimplência e renovação — não sobre sistema.
Não é um CRM com módulos pendurados. É a operação inteira num fluxo, com o dado passando de uma etapa para a outra sem ninguém redigitar.
As quatro modalidades da Lei 8.245/91, uma por contrato, com o teto de caução do art. 38 travado no banco de dados — não no formulário. Quem controla análise, contrato, cobrança e repasse controla o risco.
Cada imobiliária vê só o que é dela — e quem garante isso é o banco de dados, não uma checagem no código que alguém pode esquecer de escrever. Fora do contexto certo, a consulta volta vazia. LGPD desde o primeiro dia, com trilha de auditoria de toda ação sensível. Para quem for avaliar: política de linha no Postgres, negada por padrão.
Contratos ativos, cobranças recorrentes, repasses e a sua marca passam a viver na plataforma. Trocar de CRM é um projeto; trocar a plataforma que os seus inquilinos usam é outra coisa. E mesmo assim os seus dados saem quando você quiser.
O inquilino autoriza uma vez, no app do banco dele. Todo mês, na data, o aluguel é debitado — direto na conta da sua imobiliária. Se faltar saldo, o banco tenta de novo nos dias seguintes; se não der, sai o boleto com os encargos. Ninguém manda lembrete.
Boleto e Pix na conta da sua imobiliária, no provedor que você já usa. A plataforma emite a cobrança lá, recebe o aviso de pagamento e dá baixa — o dinheiro do aluguel não passa pela mansura, nem de passagem.
Você conecta a sua conta na tela “Meio de pagamento” do app; a chave fica cifrada e a plataforma só a usa para emitir e consultar. A tarifa de cada cobrança é a do provedor, cobrada por ele na sua conta. A gente não cobra percentual do aluguel — nunca.
No seu domínio, com o seu logo, as suas cores e o seu CRECI em cada anúncio. Seis modelos de site para escolher — clássico, editorial, boutique, mapa, corporativo, vibrante — com prévia ao vivo antes de trocar. O buscador indexa a sua marca. Isso está em todos os planos.
O app mansura nas lojas assume a sua marca depois do login: logo, cores e o seu nome como remetente. É o modelo que a Apple aprova para plataformas — um app, muitas imobiliárias. É o que o plano App inclui.
Com o seu nome e o seu ícone, publicado na sua conta de desenvolvedor, com a gente cuidando dos builds. É um complemento, o Brand — e está separado de propósito, para ninguém contratar o aplicativo achando que está levando o app próprio.
E uma regra que vale nas três: nenhuma funcionalidade leva o nosso nome na tela do seu cliente. Quem fala com o seu inquilino fala em nome da sua imobiliária. É a prova mais visível de que o white-label é real — e a que os concorrentes que puseram a própria assistente na frente do inquilino não podem copiar.
Toda cobrança precisa passar num teste: ser explicável numa frase que você ache justa. Estas são as regras, e logo abaixo está a tabela inteira — a mesma que vai na proposta.
Um imóvel conta quando tem contrato de locação ativo. Nada mais cresce a conta sozinho.
Inquilino, proprietário e fiador entram inclusos. Cadastrar gente e subir imóvel é grátis — adoção é o que a gente quer.
É a maior objeção de troca do setor, então ela é nossa. O teste só começa a contar quando a carteira está dentro.
O aluguel cai na conta da sua imobiliária, no provedor que você escolher, e o repasse ao proprietário sai de lá. Somos software, não intermediário financeiro.
O padrão é mensal. Pagar o ano adiantado é opção sua, com desconto — não exigência nossa.
Os anúncios saem em formato aberto (VrSync) para qualquer portal. A retenção tem que vir do produto, não da prisão.
O portal completo no navegador
Tudo do Web, mais o aplicativo
Complemento: o seu app, nas lojas
Complemento: funcionalidade sob medida
Pagar o ano adiantado dá cerca de 15% de desconto — é opção, não exigência. O teste de 14 dias vale para o Web e começa a contar quando a carteira migrada está dentro (ou no 30º dia, se ela não vier antes). Acima do piso, cada imóvel administrado entra na fatura seguinte pela faixa do plano, com aviso por e-mail no mês em que a carteira passa do piso. Duas coisas são cobradas por uso, porque são custo de terceiros repassado por unidade: a assinatura eletrônica, de R$ 8 a R$ 15 por documento, e — quando a consulta a bureau entrar — a análise cadastral do inquilino, R$ 24 por ficha. Nunca percentual do aluguel.
A conta do outro lado. Uma carteira de 200 imóveis a R$ 2.000 de aluguel, com taxa de administração de 9%, produz cerca de R$ 36 mil por mês. O plano App custa R$ 2.200 — 6% do que a carteira já produz. E a corretagem de um único contrato novo é um aluguel inteiro: um contrato a mais por mês paga a plataforma.
Na prática, no App: 40 imóveis pagam o mínimo, R$ 490 por mês; 100 imóveis, R$ 1.200; 200 imóveis, R$ 2.200 — porque do 101º em diante o imóvel custa R$ 10 em vez de R$ 12. Quanto maior a carteira, menor o preço por imóvel. Tabela vigente desde setembro de 2026, reajustada uma vez ao ano pelo índice do contrato.
A migração é a razão pela qual imobiliária adia troca de sistema por anos. Aqui ela é nossa — e o prazo também.
Coisas que a maioria dos sistemas do mercado cobra à parte — por cabeça, por módulo ou na entrada.
Se a sua carteira não estiver rodando em 48 horas úteis, o primeiro mês é por nossa conta. A migração é a maior razão para uma imobiliária adiar a troca de sistema por anos. O risco desse prazo é nosso, não seu — depende da nossa execução, e é assim que ele deve ser cobrado.
A gente prefere dizer o que falta a vender o que não roda. Estes seis eram promessa em setembro de 2026 — e entraram, com teste ponta a ponta, antes de ir para esta página.
O WhatsApp e o push chegam ao seu inquilino depois da homologação do número e do app nas lojas — parte do onboarding, não do produto.
Do latim maneō — permanecer, ficar, habitar. Nos glossários de latim medieval, mansura é morada, casa, edifício. Locação é um negócio sobre duração: vacância é tempo vazio, inadimplência é continuidade quebrada, renovação é permanência confirmada. Escolhemos um nome que descreve o trabalho — e a posição: a mansura fica embaixo, sustentando. Quem aparece por cima é você.
Du Cange, Glossarium mediae et infimae Latinitatis: “MANSURA, pro Mansione, domo, ædificio” · cartas de 1122, 1143 e 1232
A plataforma está em construção e vamos abrir com poucos clientes — gente que quer participar do que entra no roadmap, não receber um produto de prateleira.